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Livro: Quem é Maria para nós?

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Adorar Deus sábado ou domingo? Parte 1


Adorar Deus Sábado ou Domingo?(Parte 1)


Alguns pensam que a igreja católica se baseou no Imperador Constantino (272 – 327) para “mudar” o dia de adoração a Deus de sábado para domingo, mas podemos provar que antes mesmo do nascimento deste imperador, os cristãos já adoravam, e partiam o pão em memória do senhor no Dies Dominus – dia do senhor. O dia do sábado no Antigo Testamento lembrava também a libertação de Israel do Egito. No Novo Testamento recorda agora a Páscoa de Jesus e sua Ressurreição no domingo; por isso, a Igreja, desde os Apóstolos guarda o domingo como o dia do Senhor. (Dominus)
O Testemunho de Cristo, dos Apóstolos e do Espírito Santo
Vamos conferir também que os primeiros cristãos já adoravam a Deus no domingo.

Jesus aparece à primeira vez aos Apóstolos no domingo, no dia da Ressurreição.
Imaginem a alegria que os Apóstolos sentiram ao ver o Senhor Ressuscitado! Sobre
isto escreveu o Salmista:
"A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça da
esquina. Foi o Senhor que fez isto, e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. Este é o dia
que fez o Senhor; regozijem-nos e alegremo-nos nele" (Sl 118,22-24). Ora, Jesus se
tornou a Pedra Angular no dia em que Ressucitou, o dia da Ressurreição "foi o Dia que
o Senhor fez".
-
Tertuliano: 160-220. No início do século III, Tertuliano chegou a afirmar que: “Nós (os cristãos) nada temos com o Sábado, nem com outras festas judaicas, e menos ainda com as celebrações dos pagãos. Temos nossas próprias solenidades: O Dia do Senhor... (On indolatry 14). Em “De oratione”(23). Tertuliano insistia na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus.
A
Didaché, que é um dos documentos mais antigos da era cristã diz: "No dia do Senhor (no domingo) reuni-vos todos juntos para a fração do pão E dai graças (oferecendo a Eucaristia) depois de confessar os vossos pecados para que vosso sacrifício seja puro" (Didaché, XIV)Santo Inácio de Antioquia, no ano 107, diz aos cristãos de seu tempo que "de nenhuma maneira os cristãos devem sabatizar".
Portanto é bem falso afirmar que foi Constantino que em 313 decretou a mudança, pois não era o mesmo dia de adoração dos cristãos e dos judeus.
Conforme o Profeta Jeremias, em Seu novo pacto, o Senhor promete escrever a Sua Lei
no interior e no coração dos homens. E conforme Ozéias, no dia em que isto acontecer,
os homens O conhecerão. Ora, isto se cumpre exatamente num Domingo, quando o
Espírito Santo é dado aos Apóstolos (cf. Jo 20,19-23; At 2,1-4); pois é o Espírito Santo
que nos convence da vontade de Deus.
A segunda aparição do Senhor aos discípulos não é no Sábado, mas no novo "dia que o
Senhor fez" (cf. Sl 118,24), isto é, no Domingo (cf. Jo 20,26), dia em que Tomé o adora
como Deus (cf. Jo 20,29). Talvez temos aqui a primeira adoração cristã a Deus no dia
de Domingo.
O Culto Cristão acontece no domingo (cf. At 20,7; 1Cor 16,2). Os Sabatistas alegam
que a "Ceia do Senhor" não era uma reunião de culto. A Primeira Carta de São Paulo
aos Coríntios mostra claramente que a reunião da "Ceia do Senhor" era uma reunião de
culto. Basta verificar os capítulos 11 a 16.
No entanto muitos cristãos se viam tentados a judaizar, isto é, a observar as prescrições
da Lei de Moisés. Os Gálatas era um exemplo e por causa deles São Paulo dirige-lhes
uma epístola exatamente para tratar desta questão. E vejam a bronca que o Apóstolo dá
neles:
"Ó insensatos gálatas! Quem vos fascinou a vós, ante cujos olhos foi apresentada
a imagem de Jesus Cristo crucificado? Apenas isto quero saber de vós: recebestes o
Espírito pelas práticas da lei ou pela aceitação da fé? Sois assim tão levianos? Depois
de terdes começado pelo Espírito, quereis agora acabar pela carne?" (Gl 3,1-3).
Quem ainda duvidar de que São Paulo também estava se referindo à observância do
Sábado, então veja o que ele escreveu aos Colossenses:
"Que ninguém vos critique por
questões de comida ou bebida, pelas festas, luas novas ou sábados. Tudo isso nada
mais é que uma sombra do que haveria de vir, pois a realidade é Cristo" (Cl 2,16-17)
São Paulo confirma que o Antigo acordo (que incluía a observância do Sábado) foi
substituído pelo Novo acordo cumprido pela Morte e Ressurreição do Senhor Jesus (que
inclui agora o Domingo como o Dia do Senhor).
Em Levítico temos:
“Quando entrardes na terra que Eu vos dou, e fizerdes a colheita, levareis um feixe de espigas como primícias da colheita ao sacerdote que o agitará diante do Senhor, para
que vos seja aceito. O sacerdote o fará no dia seguinte ao sábado... é uma lei perpétua,
válida para os vossos descendentes, onde quer que habiteis. Contareis sete semanas
completas à partir do dia seguinte ao sábado, quando trouxerdes os feixes das espigas
agitados ritualmente. Contados assim cinqüenta dias até a manhã seguinte ao sétimo
sábado, oferecereis ao Senhor uma nova oblação...Nesse mesmo dia convocareis uma
assembléia litúrgica, e não fareis nenhum trabalho servil. É uma lei perpétua, válida
para vossos descendentes onde quer que habiteis.” (Levítico 23,9-21.)
Mais uma confirmação Bíblica de que o Domingo é o Dia do Senhor, está no Livro do
Apocalipse. Em Ap 1,10 São João escreve:
"Num domingo, fui arrebatado em êxtase, e
ouvi, por trás de mim, voz forte como de trombeta". A expressão que no português está
como "num domingo" no original grego está "té kyriaké hémerà", que significa "No Dia
do Senhorio"Temos aqui a palavra Kyriakos, sob a forma adjetivada, ou seja, como sendo pertença do Senhor. Originalmente essa palavra era usada com o sentido de imperial, algo que pertencia ao cezar romano. Os crentes primitivos aplicaram-na ao domingo, o primeiro dia da semana. Esse é o uso que se encontra em Didaché 14, e Inácio, Magn. 9, que foram escritos não muito depois do Apocalipse. Portanto, trata-se de uma forma adjetivada da palavra "Kýrios", (Senhor) e significa literalmente “que diz respeito ao Senhor”; “concernente ao Senhor”; “pertencente ao Senhor”; senhorial, e não “do Senhor”, como lemos em algumas das nossas traduções. Portanto, não se trata do senhorio que cobra o aluguer da casa (substantivo), mas da adjetivação do ato de ser Senhor sobre todos. Ora, aqui São João está dizendo que no Domingo, que é Dia do Senhor,
Deus lhe deu uma revelação. Se o Domingo não é o Dia do Senhor, por que São João
assim o indicou no Livro do Apocalipse?

Os Verdadeiros Cristãos guardam o dia de Domingo, o Dia do Senhor, e não o sábado dos judeus.
(Domingo vem do latim "Dominus," Senhor"),
Este dia é guardado porque foi nele que Cristo ressuscitou.
Nele que Cristo recriou o mundo após haver passado o sábado libertando os justos presos no Inferno (Mt 28,1; Mc 16,2; 16,9; Lc 24,1; Jo 20,1). Em II Cor 5,17, Paulo fala da Nova Criação realizada em Cristo. Se o Sábado celebrava a primeira criação, o domingo celebra a segunda criação, a nova aliança.
Cristo é o Senhor do Sábado, maior que o sábado e com poder de modificá-lo à vontade (Mc 2,28).
Foi também NO DOMINGO que o Senhor apareceu aos discípulos pela primeira vez (Jo 20,19). E no domingo seguinte, oito dias depois, a São Tomé (Jo 20,26).
O sábado era usado NÃO para a reunião dos cristãos, mas sim para ir procurar os judeus e evangelizá-los, levando-os a conhecer Nosso Senhor Jesus Cristo (At 13,14; At 13,42; At 13,44; At 17:2).
Sempre foi no domingo, e NÃO no sábado, que os discípulos se reuniram, como podemos ver em At 20,7 e 1Cor 16,2.
É verdade que a Igreja procurava evangelizar no Sábado. Mas é também verdade que, até ao ano 70, os cristãos
vindos do judaismo iam ao Templo. Paulo não proibe celebrar o Sabado como tal; entende que tal não pode ser imposto (como, aliás, se deve entender também o Domingo - como não imposto, mas como necessidade do cristão). Assim, até ao ano 70 d.c., quem queria celebrar também o Sábado, celebrava.
Até ao ano 70 d.c., o cristianismo era tido como mais um movimento judaico entre outros. A cisão surge defenitiva após a tragédia do ano 70, com a escola rabinica de Jamnia.
Portanto, é verdade que também aos sábados os cristãos iam ao templo. Mas iam ao templo judaico na medida em que se consideravam judeos (judeo-cristãos). No caso dos cristãos vindos do paganismo, essa questão nem se colocava, o que provocou o primeiro concilio da Igreja, o concilio de Jerusalém.
Foi igualmente no domingo que São João recebeu o livro do Apocalipse (Ap 1,10)
O sábado era apenas uma figura do domingo, uma sombra do que veio depois, assim como os sacrifícios de bichos no Templo dos judeus eram figura do Sacrifício de Cristo na Cruz e a proibição de certas comidas era figura da proibição do pecado aos cristãos.
É por isso que São Paulo diz aos Colossenses:
"Ninguém, pois, vos condene pelo comer ou pelo beber... ou dum sábado, coisas que são sombra do que virá" (Cl 2,16). Se sábado fosse tão importante Jesus falaria aos discípulos para guardá-lo, e em nenhum momento no Novo Testamento temos a guarda do sábado. Continua...


Autores: Renato e Rui Miguel
Leia também:  Adorar Deus sabado ou domingo? Parte 2
 
Ex-pastor adventista desmascara falsas profecias de Elen White

8 comentários:

Ana carolina nascimento sousa disse...

Triste é pensar que se faz outra religião como foco esta divergência!
A Igreja de Jesus é uma só, o povo fiel, e confiante que a Igreja prevalecerá - subentende-se, mesmo com suas imperfeições (humanas).

cotidiano disse...

é verdade Ana!! muito obrigado pelo comentário!! Muito pertinente seu comentário. Deus abençoe

Alexandre dias Mescoloto disse...

Um bom exemplo vale mais que mil palavras - parte 1

Os sábios afirmam que um bom exemplo vale mais que mil palavras? Vamos, então, acabar com essas mil palavras dessa discussão, mostrando os exemplos claros de Jesus e de sua Igreja, até a dos templos do apóstolo Paulo SANTIFICANDO OS SÁBADOS U NUMCA UM SÓ DOMINGO? Vejamos as provas bíblicas:

“E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

“O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 - 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

“O sábado foi estabelecido por causa do homem...” Jesus, em Marcos 2:28.

Inicialmente, vejamos apenas uma parte dos exemplos citados acima: a Igreja dos tempos de Paulo, décadas após a ressurreição Jesus, ao ar livre, coerentemente santificando os sábados do Senhor:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:
“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”. Atos 13:41 - 44. Continue:

Alexandre dias Mescoloto disse...

Um bom exemplo vale mais que mil palavras - parte 2
Se os judeus se encheram de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
Na verdade bíblica, tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável

“E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

“Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E

Alexandre dias Mescoloto disse...

Um bom exemplo vale mais que mil palavras - parte final

inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum! Continue

Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?

“Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”. I Pedro 1:24.

Desde a Fundação do Mundo, quando foi instituído o Santo Sábado para a Humanidade, as gerações se passaram e continuarão a passar, mas a Palavra de Deus, que também inclui o Sétimo Dia e a abominação às imagens e figuras sacras jamais passará. De outra forma, estaremos a desmentir o Criador e a Jesus! Não há como fugir desse conceito divino sem ingressar na hipocrisia religiosa, por certo desagradando gravemente ao Senhor!

Ver no site www.segundoasescrituras. No arquivo 137 da página 2: AS SETE VERDADES BÍBLICAS DO SÉTIODIA

Ver, também, o arquivo 119, no mesmo site, absolutamente completo e bem redigido sobre tudo a respeito das 10 leis de Deus, de nome O TRATADO SOBRE AS LEIS DE DEUS

Ver no site www.segundoasescrituras. No arquivo 137 da página 2: AS SETE VERDADES BÍBLICAS DO SÉTIODIA

Ver, também, o arquivo 119, no mesmo site, absolutamente completo e bem redigido sobre tudo a respeito das 10 leis de Deus, de nome O TRATADO SOBRE AS LEIS DE DEUS
Waldecy Antonio Simões.

walasi@uol.com.br

www.segundoasescrituras.com.br


Renato Grot disse...

Olá, Alexandre. Por que vc não citou os seguintes versículos:

NO DOMINGO que o Senhor apareceu aos discípulos pela primeira vez (Jo 20,19). E no domingo seguinte, oito dias depois, a São Tomé (Jo 20,26).
O sábado era usado NÃO para a reunião dos cristãos, mas sim para ir procurar os judeus e evangelizá-los, levando-os a conhecer Nosso Senhor Jesus Cristo (At 13,14; At 13,42; At 13,44; At 17:2).
Sempre foi no domingo, e NÃO no sábado, que os discípulos se reuniram, como podemos ver em At 20,7 e 1Cor 16,2.

Claramente algumas das práticas judaicas foram retiradas por Cristo.
A LEI era fortemente criticada pelos cristãos, como o próprio Paulo que diz, que quem estava de baixo da lei, estava em pecado e quem estava de baixo da graça era agraciado por Deus.

Waldecy Antonio Simões disse...

PARTE DUAS
Mostrarei que Paulo era um assíduo observador no sábado no Evangelho. Confira.
Vamos ao segundo verso colocado pelo irmão
:
Verso 2: “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, em casa, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar”. 1 Coríntios 16:2
(devo lembrar que a fase “em casa”, tais como acontecem com diferenças de outros versos segundo as traduções, não é citada pela tradução Almeida, mas o é em outras)
No verso acima, Paulo avisa aos cristãos para que recolham donativos para a Igreja e para a caridade, e cita EM CASA. (Recolham em suas casas donativos para que eu os pegue quando eu voltar). Ora, não cabe na mente do justo que um verso desses possa ter minimamente força para corromper O DECÁLOGO DO MONTE SINAI, DA ARCA DA ALIANÇA, do sábado, mesmo porque PAULO ERA ASSÍDUO OBSERVADOR DO SÁBADO NO EVANGELHO. Veremos a VERDADE DE DEUS sobre a Igreja de Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus. Como não caberiam no templo QUASE TODA A CIDADE, Paulo realizava o louvor a Deus AO AR LIVRE:

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”. Atos 13:41 - 44.
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar aos sábados e, como quase toda a cidade nunca caberia num templo, as reuniões para louvar o Senhor eram realizadas ao ar livre, e isso não poder ser negado, sem se ingressar no farisaísmo.
“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.

Esse preceito acima revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!
Segundo a História e as Raízes da Igreja, no século IV, os bispos de Roma, por ódio aos judeus, não se conformavam em guardar o mesmo dia que eles, o sábado e, assim, no ano 364 de nossa era, o bispo de Roma Libório convocou um concílio, o Concílio de Laodicéia, no qual foi PROIBIDO COMPLETAMENTE A GUARDA DO SÁBADO que vinha sendo guardado pelos cristãos. E foi decretado como o novo dia de descanso o DOMINGO. Para acabara com a prática milenar do sábado, Libório decretou severos castigos e até a EXCOMUNHÃO a qualquer cristão que ousasse desobedecer, mas permaneceram os remanescentes, que até hoje guardam e santificam os sábados santos e benditos de Deus Pai. São 398 congregações pelo mundo que obedecem ao mandamento do sábado.
O Concílio de Laodicéia foi altamente revelador

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As sete verdades bíblicas sobre o Sétimo Dia
http://asseteverdadessobreosabado.blogspot.com.br/ Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br

Waldecy Antonio Simões disse...

PARTE UMA de duas
Mostrarei que Paulo era um assíduo observador no sábado no Evangelho. Confira.
Verso 1: “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite” (Atos 20:7).
Verso 2: “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, em casa, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar”. 1 Coríntios 16:2
Irmão, como você pode julgar que esses dois versos, onde ambos têm dupla interpretação, como veremos, pode anular a altíssima grandiosidade do majestoso evento Monte Sinai? Não sabe você que Deus Pai ficou por pelo menos 80 dias no Monte Sinai, até que Moisés jejuasse duas vezes por 40 dias, onde nesse tempo todo o Monte tremia todo, e todo envolto em fogo, com um batalhão de anjos tocando trombetas cada vez mais alto, justamente para chamar a atenção da Humanidade para a PROMULGAÇÃO DE SUAS LEIS de um Deus que afirmou que NUNCA MUDA, pelo menos em suas promulgações, portanto, as 10 leis cravadas nas Rochas Sagradas das Leis são para sempre, e agora vem o irmão tentando DESFAZER, CORROMPER um dos mandamentos da Lei de Deus, guardados agora na Arca da Aliança, esta que vai ser exibida imponentemente A TODAS AS NAÇÕES no Grande Dia de Jesus? Apocalipse 11:19. Com seria possível o Senhor Deus exibir a Arca da Aliança com tanta pompa, se o Decálogo estivesse corrompido, FALTANDO JUSTAMENTE O SEU MAIS AMADO MANDAMENTO, o do Sétimo Dia, o único nomeado por ele de Santo e Bendito e instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade (Ezequiel 20:20)? Por que Humanidade? Porque Está Escrito, uma vez em Deuteronômio e 13 vezes no Evangelho que Deus não faz diferença de pessoas, pois todos são iguais perante ele, e ainda para reforçar, Deus fez Escrever em Efésios 2:14 que A PAREDE QUE NOS SEPARAVA DE ISRAEL FOI DERRUBADA a favor de um só povo e em Atos 3:24-25 Está Escrito que somos os herdeiros dos israelitas e os herdeiros herdam as bênçãos e as obrigações.
Vós, sim, que antes não éreis povo, agora são povo de Deus”. 1 Pedro 2:10
“Todo o Monte Sinai fumegava, pois o Senhor havia descido sobre ele em fogo. A fumaça subia como fumaça de uma fornalha, e todo o Monte tremia muito. Enquanto o som das trombetas aumentava cada vez mais, Moisés falava ao Senhor e ele respondia por meio de um trovão”. Êxodo 19:18 – 19.
A alta grandiosidade do incrível evento Monte Sinai
http://oincriveleventomontesinai.blogspot.com.br copie o http e cole no navegador

No entanto, vamos examinar os dois versos, que incrivelmente o irmão julga que ambos têm alguma força contra UM DEUS QUE NUNCA MUDA EM SUAS PROMULGAÇÕES (Malaquias 3:6) assim como jamais mudou em relação às promulgações para Adão e Eva, cujos castigos respingam até hoje em nós outros, e nem mesmo com a Vinda de Jesus, o mesmo Jesus que se emocionava, que chorava vendo a miséria humana, nem mesmo assim conseguiu amainar as dores do parto, por que sabia que DEUS NÃO MUDA EM SUAS PROMULGAÇÕES á Humanidade, pois o casal representava a Humanidade. Vamos aos versos:
Verso 1: “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite” (Atos 20:7).
Partir o pão na época não se tratava da representação da última Ceia, pois os apóstolos partiam o pão, ou seja, socorriam os necessitados todos os dias do mês, e até da CASA EM CASA (Atos 2:46): E jamais esse verso de dupla interpretação pode ser usado para revelar uma reunião para representação da Última Ceia, POIS SE FALA DE PÃO NÃO SE REFERE A VINHO, como revela a reunião para partir o pão E O VINHO cita em 1 Coríntios 11:20 e seguintes citado acima. PORTANTO ESSE VERSO NÃO TEM FORÇA ALGUMA PARA CORROMPER AS ROCHAS DA ARCA DA ALIANÇA, não tem valor para retirar um só til dos 405 caracteres do sábado santo e abençoado por Deus. Continue na parte dois

 
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