Bem-vindos abençoados leitores!

Nosso objetivo é estudar e divulgar artigos para reflexão de todos aqueles que tem no sentido de tua existência: fazer o bem e seguir aquele que é a essência do verdadeiro amor e santidade: Jesus Cristo! Abraços em Cristo!








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Livro: Quem é Maria para nós?

segunda-feira, 29 de março de 2010

E quando a oração não funciona?

  E quando mesmo orando mais, suplicando e recorrendo ao auxilio do Senhor, acabamos caindo?   E quando a oração não funciona?




Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir as ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos que lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. Tomai, portanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. (Efésio 6, 11-13.)

Certamente você, por muitas vezes passou e passa por estes dias maus que Paulo nos fala. Há dias em que logo nas primeiras horas da manhã percebemos que a luta será mais intensa e que as tentações se levantam contra nós com muito mais ímpeto. Muitas vezes ciente de minha fraqueza, peço ao Senhor já nas minhas primeiras orações que me dê um auxílio maior em determinada área.
Nestes dias somos tentados de todas as formas, as ocasiões de pecado se apresentam em todos os momentos, muitas vezes de forma bem sutil, e em outras, de forma escancarada. É um verdadeiro sofrimento! Nestas horas, diante de Deus, suplicamos mais, oramos mais continuamente.
Mas, e quando tudo isso não funciona? E quando mesmo orando mais, suplicando e recorrendo ao auxilio do Senhor, acabamos caindo?
Estas questões surgiram em meu coração depois de passar por esta experiência pela enésima vez em minha vida. Depois da queda, fiquei perguntando a Jesus o porquê daquilo tudo. Por que ele havia me dado a graça de perceber que aquele dia seria difícil e, no entanto, essa percepção não me ajudou em nada? Por que apesar de minhas orações terem sido mais ostensivas eu acabei caindo? Por que eu senti o seu refrigério e seu ânimo em mim no momento em que me prostrava aos seus pés e mesmo assim, aquelas sensações que me davam a certeza de sua companhia não foram suficientes para que eu me mantivesse de pé? Afinal, onde estava sua fidelidade no momento em que mais precisei?
Fiquei matutando aquelas perguntas e pedindo que o Espírito me explicasse. E, não é que ele prontamente me explicou?

Vigiai e orai para que não entreis em tentação. Pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca. (São Marcos 14,38.)

Touché! Xeque-mate!
Foi assim que me senti quando recebi a resposta para o que havia perguntado. Não houve nenhuma possibilidade de resistência diante desta afirmação de Jesus, nenhuma argumentação ou justificativa. Vi-me em uma tremenda saia justa!
Comecei a reler o meu dia mau de trás para frente, a partir da minha queda, e foi exatamente isso, eu entendi o que havia acontecido. Naquele momento tive a consciência de minha falta de atenção. Apesar de ter orado muito, eu não tinha obedecido à primeira ordem do Senhor, eu não havia vigiado.
Olhei para cada momento daquele dia e percebi o quanto eu havia menosprezado o poder da tentação. Fui negligente, mesmo ciente de minha fraqueza. Culpado! Este era o meu sentimento. Na confissão veio a confirmação de tudo, pois, o padre não foi tão brando desta vez como havia sido em outras, o próprio Deus me corrigia na pessoa do sacerdote.
O grande problema que ocorre quando enfrentamos dias ou momentos de tentações mais fortes, é o fato de nos deixarmos guiar pelos sentimentos, acabamos deixando de lado a razão e a capacidade que temos de analisar a situação e nos prendemos nos impulsos emocionais mais agudos. Em momentos como este, acabamos olhando apenas para o objeto da tentação e ignoramos as circunstâncias que produzem a tentação. A vigilância está em antever o problema e buscar resolvê-lo antes que se manifeste. É como o general que tem os seus soldados alinhados para o combate, mas que deseja não precisar combater. Ao perceber que o exército oponente se aproxima, envia emissários para negociar a paz.
Da mesma forma, nós devemos estar atentos para não darmos nenhuma oportunidade ao inimigo de nossas almas. Devemos prestar atenção nas circunstâncias e rejeitar toda e qualquer concessão que mais tarde terão sido combustíveis para a manifestação da tentação, já que a tentação só se manifestará quando tiver poder capaz de nos vencer. Ao contrário do general do exemplo citado, não devemos negociar com o maligno, pois sua exigência será sempre que nos entreguemos. Pelo contrário, a Bíblia nos orienta sempre a fugir primeiro das situações e depois, se for o caso, fugir do pecado. Jamais devemos enfrentar a tentação, pois o demônio é falso e traiçoeiro, não podemos nos deixar enganar.

Graças à Deus, hoje posso dizer que o versículo acima é para mim, mais uma das grandes chaves para a vida eterna. Se eu não seguir o método de vida proposto por Jesus, tudo o que vivi com ele até hoje terá sido em vão. Hoje, Deus quer de mim e de você um relacionamento mais sério para com ele, o tempo do “oba-oba” já passou.
Atualmente, existem cinco diretrizes para a vida espiritual, que considero de maneira bem particular, como que os grandes pilares em que minha caminhada precisa se fundamentar para tornar-se sólida: A perseverança, a renúncia de si, a adoração em espírito e verdade, a vigilância e a oração. Os três primeiros eu já tratei em outros momentos e os dois últimos, estou tratando aqui, principalmente a questão da vigilância, já que o tema oração é bem conhecido e constantemente abordado.
Vigiar é estar atento a tudo o que acontece ao seu redor. Deus dá-nos a capacidade de perceber as realidades e os perigos que nos rodeiam, e isso não é à toa. Se ele nos permite isso é para que saibamos também como agir. Ele quer que sejamos como a dona de casa que ao olhar para o céu e perceber que vai chover, corre até o varal e recolhe as roupas para que não sejam molhadas, invalidando assim todo o seu trabalho. Se sua fraqueza é na sexualidade, de que adianta estar em constante oração, mas não evitar filmes, revistas e conversas que irão lhe instigar e lhe arrastar ao pecado? Isso é falta de vigilância. Se sua fraqueza é o consumismo, de que adianta pedir a Deus que lhe ajude a se controlar, se você continua a parar na frente de tudo o que é vitrine, se não perde a oportunidade de estar em locais que atiçam sua vontade de consumir?
Enfim, todos nós temos plenas condições de identificar em que área somos ou estamos mais fracos. Deus, de sua parte, concede-nos sua graça e a capacidade de nos conhecermos a nós mesmos, resta-nos vigiar e orar.

Autor: Lucio Marciano
lucio_marciano@yahoo.com.br
leitor-colaborador do blog: Cotidiano Espiritual.

Um abraço em Cristo e uma semana abençoada,


Música: Deus te vê (Eliana Ribeiro - Canção Nova)

5 comentários:

Regina disse...

Achei maravilhoso o seu testemunho,é muito bom saber que no mundo em que vivemos,com tantas coisas ruins acontecendo,ainda existem pessoas como você , levando através do blog a presença de Deus dentro dos lares. Deus te abençoe!

Sandra Regina Aguiar Santos disse...

Gostei muito do testemunho, pois muitas vezes fiz as mesmas perguntas...Mas como diz a música o Senhor nos vê e sabe nossas fraquezas.É preciso fazermos a nossa parte e Ele agirá!!

Juventude Católica disse...

Oi Lu, meu nome é Renato Emanuel e você propositadamente lançou este tema em uma das muitas comunidades Católicas do orkut e eu comentei no tópico que viria ler, comentar e depois opinar.
Pois bem, estava certo de que era uma forma de chamar a atenção para que viessem ler realmente, e eu o fiz.
Achei o texto maravilhoso, entre tantas coias que me chamaram a atenção foi

"Atualmente...considero de maneira bem particular, como... os grandes pilares em que minha caminhada precisa se fundamentar para tornar-se sólida: A perseverança, a renúncia de si, a adoração em espírito e verdade, a vigilância e a oração"

Certamente são adjetivos extremamente fortes que quando vividos na certeza da fé, nos trazem virtudes como consequencia, como a fé, a esperança, a caridade, a sabedoria, entre outras.

Nós humanos temos uma natureza falha e imperfeita, pois perfeito apenas é Deus, mas somos chamados a ir constantemente em busca desta Perfeição divina.

Justamente por causa desta imperfeição em nossa natureza, sentimos muitas vezes os perigosos sentimentos de medo, de incerteza, de solidão, de perda de fé.

Mas Deus maravilhoso como sempre e desde sempre em sua infinita bondade e misericórdia, nos deu a Graça da Santíssima Trindade, onde o Espírito Santo quando ao tocar nosso Coração leva para longe tais sentimentos negativos, mas é preciso sobretudo que nós nos abramos verdadeiramente a este Espírito.

Como eu disse no orkut em resposta ao seu tópico antes de ler aqui: "A oração sempre funciona quando ela é verdadeira"

Parabéns a postagem e parabéns principalmente pelo belo blog que você mantém. Espero voltar mais vezes e ler as postagens mais antigas também, pois tenho a certeza de que há muita coisa interessante lá atrás.

Um grande beijo no coração! Deus te abençoe sempre!

Pax!

Renato Emanuel
http://crismasjc.blogspot.com/

Clélia disse...

Oi Lúcio...
Parabéns pela postagem e pelo Blog!
Realmente a nossa vida é cheia de desafios, nós desafiamos a nós mesmos, com vontades e manias que as vezes são vazias e inúteis, é importante ter na cabeça que mesmo quando pensamos que temos a nossa vida sob controle, quem a controla e a possuí é Deus, seja qual for a situação, ele sempre estará conosco!
Mesmo quando a minha oração for fraca, minha fé pequena, minhas forças escassas, nada disso importará, porque brotou sangue e água do Coração Misericordioso de Jesus Cristo por amor à cada um de nós!
Não há o que temer, e nem desanimar!
Fique com Deus Amigo!
Clélia

Anjo disse...

É preciso muita fé, e paciência. As orações dependem de muitos fatores. E um deles é ESPERAR EM DEUS. Manter a paciência.


Abraço fraterno

 
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